Exposições :
Rodin: do Ateliê ao Museu - Fotografias e Esculturas - Acervo De 27/10 a 13/12 - Ter, Qua, Qui, Sex, Sab e Dom Horário: qui, das 11h às 20h; ter, qua, sex, sab, dom e feriados, das 11h às 18h Preço: R$15,00 e R$7,00 (meia) -
Masp (Museu de Arte de São Paulo) Av. Paulista - 1.578 Cerqueira Cézar Fone: 3251-5644
Com curadoria Dominique Viéville, diretor do Museu Rodin, e Hélène Pinet, chefe de Fotografia do Museu Rodin, a exposição reúne 194 fotografias originais que retratam o processo criativo de Auguste Rodin (1840-1917), entre 1880 e 1917, e compreende também 22 esculturas de bronze e mármore.
Entre os destaques da mostra, está a escultura Les Trois Ombres, instalada no jardim do Museu Rodin, em Paris, na França, de onde será retirada pela primeira vez.
Também são expostas a versão de bronze de Eternal Printemps, de 1886, e Les Bénédictions, peça de mármore feita entre 1896 e 1911, nunca antes exposta fora do museu.
De 27/10 a 13/12
Rodin: do Ateliê ao Museu - Fotografias e Esculturas -
Masp (Museu de Arte de São Paulo
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Diário de Coimbra - jornalista fala sobre ladrões "especialistas" em arte sacra
Escrito por José Carlos Silva
Cantanhede
“Especialistas” em arte sacraassaltaram Igreja de Covões
Ladrões claramente “especializados” e conhecedores de arte sacra assaltaram na madrugada de ontem a Igreja Matriz de Covões, freguesia de Cantanhede, através de arrombamento de uma porta lateral do templo, que dá acesso à sacristia. O assalto foi detectado ontem de manhã, bem cedo, por volta das 7h00, altura em que um paroquiano se dirigia ao cemitério (situado ao lado da Igreja) e reparou na porta arrombada, alertando de imediato a sacristã Maria Isabel Pires e o pároco Henrique Maçarico.«Foi um grande choque. Profanaram o sacrário sagrado, o altar, deixaram um rasto de destruição e levaram várias peças sagradas. É desolador e aflitivo ver uma Igreja assaltada e vandalizada», desabafou ontem ao nosso Jornal o padre Henrique Maçarico.Os assaltantes dirigiram-se ao altar, arrombaram o sacrário e levaram o Pixive, nome religioso dado ao vaso onde são colocadas as hóstias sagradas, cujo valor – salienta o pároco, «é bastante elevado devido à sua antiguidade», além de deixarem o sacrário danificado.Os ladrões começaram por arrombar a porta de madeira em talha dourada do sacrário para roubar o Pixive e o Cálice Sagrado, mas depararam-se com outra porta, esta em ferro e com um código de abertura, que também conseguiram arrombar com a ajuda de uma rebarbadoura e levar aqueles objectos de arte sacra de valor incalculável. De seguida, conta o sacerdote, foram à sacristia e lavaram cálices de prata «igualmente de grande valor», deixando atrás de si um rasto de destruição.Ladrões que sabiam ao que iam e o que queriam, pois limitaram-se a levar alguns objectos de arte sacra mais valiosos e outros provavelmente de menor valor e/ou sem saída no mercado clandestino não interessaram. Nem mesmo as várias caixas de esmolas espalhadas pela Igreja foram alvo da sua cobiça, o que deixa a entender que o assalto foi estratégico.Aliás, os autores da proeza da madrugada de ontem poderão ser os mesmos que assaltaram a Igreja dos Covões há oito meses atrás, dia 8 de Dezembro, onde, nessa ocasião, os amigos do alheio também só se interessaram por imagens de arte sacra valiosíssimas, como foi o caso de uma imagem de Nossa Senhora em madeira maciça, com 1,20 metros, com mais de 80 anos, e outras duas em terracota igualmente antigas e de valor in-calculável, com a imagem de Rainha Santa e de um Anjo da Guarda.Imagem recuperada pela PJO pároco Henrique Maçarico estava ontem desolado com mais este assalto à sua Igreja. «Não só para mim, mas também para a comunidade da paróquia, este crime foi um choque emocional», referiu o reverendo ao nosso Jornal, lembrando o roubo efectuado em Dezembro passado. No primeiro assalto, a imagem de Nossa Senhora furtada foi classificada de «bastante valiosa» dado a sua antiguidade, datada de 1940, e pela autoria da peça, da Escola de Thedim, «a mesma que esculpiu a Capela das Aparições», no Santuário de Fátima, revelou o sacerdote. Imagem que foi recuperada pela Polícia Judiciária três meses depois do assalto, em finais de Março passado, a qual estava na posse de um antiquário, sendo devolvida à Igreja.A GNR do destacamento de Cantanhede, que tomou conta da ocorrência, esteve ontem toda a manhã no local com uma equipa do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) que, face à tipologia do crime, alertou a Directoria da Polícia Judiciária do Centro, a quem compete a investigação. Inspectores desta polícia também passaram a manhã de ontem na Igreja, onde recolherem depoimentos e efectuaram as necessárias diligências que os leve à identificação dos autores do crime
Cantanhede
“Especialistas” em arte sacraassaltaram Igreja de Covões
Ladrões claramente “especializados” e conhecedores de arte sacra assaltaram na madrugada de ontem a Igreja Matriz de Covões, freguesia de Cantanhede, através de arrombamento de uma porta lateral do templo, que dá acesso à sacristia. O assalto foi detectado ontem de manhã, bem cedo, por volta das 7h00, altura em que um paroquiano se dirigia ao cemitério (situado ao lado da Igreja) e reparou na porta arrombada, alertando de imediato a sacristã Maria Isabel Pires e o pároco Henrique Maçarico.«Foi um grande choque. Profanaram o sacrário sagrado, o altar, deixaram um rasto de destruição e levaram várias peças sagradas. É desolador e aflitivo ver uma Igreja assaltada e vandalizada», desabafou ontem ao nosso Jornal o padre Henrique Maçarico.Os assaltantes dirigiram-se ao altar, arrombaram o sacrário e levaram o Pixive, nome religioso dado ao vaso onde são colocadas as hóstias sagradas, cujo valor – salienta o pároco, «é bastante elevado devido à sua antiguidade», além de deixarem o sacrário danificado.Os ladrões começaram por arrombar a porta de madeira em talha dourada do sacrário para roubar o Pixive e o Cálice Sagrado, mas depararam-se com outra porta, esta em ferro e com um código de abertura, que também conseguiram arrombar com a ajuda de uma rebarbadoura e levar aqueles objectos de arte sacra de valor incalculável. De seguida, conta o sacerdote, foram à sacristia e lavaram cálices de prata «igualmente de grande valor», deixando atrás de si um rasto de destruição.Ladrões que sabiam ao que iam e o que queriam, pois limitaram-se a levar alguns objectos de arte sacra mais valiosos e outros provavelmente de menor valor e/ou sem saída no mercado clandestino não interessaram. Nem mesmo as várias caixas de esmolas espalhadas pela Igreja foram alvo da sua cobiça, o que deixa a entender que o assalto foi estratégico.Aliás, os autores da proeza da madrugada de ontem poderão ser os mesmos que assaltaram a Igreja dos Covões há oito meses atrás, dia 8 de Dezembro, onde, nessa ocasião, os amigos do alheio também só se interessaram por imagens de arte sacra valiosíssimas, como foi o caso de uma imagem de Nossa Senhora em madeira maciça, com 1,20 metros, com mais de 80 anos, e outras duas em terracota igualmente antigas e de valor in-calculável, com a imagem de Rainha Santa e de um Anjo da Guarda.Imagem recuperada pela PJO pároco Henrique Maçarico estava ontem desolado com mais este assalto à sua Igreja. «Não só para mim, mas também para a comunidade da paróquia, este crime foi um choque emocional», referiu o reverendo ao nosso Jornal, lembrando o roubo efectuado em Dezembro passado. No primeiro assalto, a imagem de Nossa Senhora furtada foi classificada de «bastante valiosa» dado a sua antiguidade, datada de 1940, e pela autoria da peça, da Escola de Thedim, «a mesma que esculpiu a Capela das Aparições», no Santuário de Fátima, revelou o sacerdote. Imagem que foi recuperada pela Polícia Judiciária três meses depois do assalto, em finais de Março passado, a qual estava na posse de um antiquário, sendo devolvida à Igreja.A GNR do destacamento de Cantanhede, que tomou conta da ocorrência, esteve ontem toda a manhã no local com uma equipa do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) que, face à tipologia do crime, alertou a Directoria da Polícia Judiciária do Centro, a quem compete a investigação. Inspectores desta polícia também passaram a manhã de ontem na Igreja, onde recolherem depoimentos e efectuaram as necessárias diligências que os leve à identificação dos autores do crime
Conservação dos Monumentos
CONSERVAÇÃO DOS MONUMENTOS
Arquidiocese e Funarj são processadas por descuido com patrimônio histórico
Da Redação - 17/08/2009 - 15h22
Fonte: www..uol.com.br
O MPF (Ministério Público Federal) decidiu mover ações civis públicas contra a Arquidiocese do Rio e contra a Funarj (Fundação Anita Mantuano de Artes do Rio de Janeiro) a fim de garantir a preservação de bens tombados pelo patrimônio histórico, alegando que as instituições não têm tomado as medidas necessárias para conservar a Igreja Nossa Senhora da Ajuda, na Ilha do Governador, e o Solar de Dom João VI, em Paquetá —monumentos pelos quais são responsáveis.
De acordo com informações da Procuradoria, o MPF também quer que os órgãos paguem uma multa correspondente ao dobro dos prejuízos causados pelo abandono, além da restauração desses bens.
Caso não existam recursos suficientes para as obras necessárias, o Ministério pede ainda que o Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional) se responsabilize pelas reformas.
O Instituto, há 12 anos, tinha vistoriado as construções e avaliou quais medidas deveriam ser tomadas para conservá-las. Porém, desde a vistoria, a Mitra Arquiepiscopal (ligada à Arquidiocese) e a Funarj não seguiram as instruções, piorando assim a situação da Igreja na Ilha e o Solar em Paquetá, que estão sob a responsabilidade dos acusados.Segundo a procuradora da República Gisele Porto, responsável pela ação, “o MPF tentou resolver a questão por meio de um acordo, um termo de ajustamento de conduta, mas as instituições não se manifestaram”.
Arquidiocese e Funarj são processadas por descuido com patrimônio histórico
Da Redação - 17/08/2009 - 15h22
Fonte: www..uol.com.br
O MPF (Ministério Público Federal) decidiu mover ações civis públicas contra a Arquidiocese do Rio e contra a Funarj (Fundação Anita Mantuano de Artes do Rio de Janeiro) a fim de garantir a preservação de bens tombados pelo patrimônio histórico, alegando que as instituições não têm tomado as medidas necessárias para conservar a Igreja Nossa Senhora da Ajuda, na Ilha do Governador, e o Solar de Dom João VI, em Paquetá —monumentos pelos quais são responsáveis.
De acordo com informações da Procuradoria, o MPF também quer que os órgãos paguem uma multa correspondente ao dobro dos prejuízos causados pelo abandono, além da restauração desses bens.
Caso não existam recursos suficientes para as obras necessárias, o Ministério pede ainda que o Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional) se responsabilize pelas reformas.
O Instituto, há 12 anos, tinha vistoriado as construções e avaliou quais medidas deveriam ser tomadas para conservá-las. Porém, desde a vistoria, a Mitra Arquiepiscopal (ligada à Arquidiocese) e a Funarj não seguiram as instruções, piorando assim a situação da Igreja na Ilha e o Solar em Paquetá, que estão sob a responsabilidade dos acusados.Segundo a procuradora da República Gisele Porto, responsável pela ação, “o MPF tentou resolver a questão por meio de um acordo, um termo de ajustamento de conduta, mas as instituições não se manifestaram”.
Rondonópolis recebe Oficina Museu, Memória e Cidadania
Rondonópolis recebe oficina Museu, Memória e Cidadania
Fonte: Assessoria SEC/MT18/08/2009 11:17
Contextualizar a participação efetiva e constante da comunidade nas reflexões, projetos e práticas museológicas, discutindo a importância do diálogo entre as instituições governamentais, não-governamentais, educativo-culturais e a sociedade na busca de políticas culturais. Esse é o objetivo da Oficina Museu, Memória e cidadania que será em Rondonópolis a partir da próxima terça (25).
A oficina ministrada pelo Museólogo, Poeta e Arte Educador Valdemar de Assis Lima irá problematizar o papel dos museus no processo de inclusão social e valorização identitária cultural, promovendo a investigação, com base em pressupostos teórico-metodológicos de estudos de caso, o desenvolvimento de projetos e ações culturais que, mediante a socialização dos bens culturais, fomentem a valorização da cidadania e a preservação da memória sócio-cultural.
As inscrições estão abertas na biblioteca municipal de Rondonópolis até a próxima sexta-feira (21). Podem participar da oficina profissionais e técnicos de museus e instituições educativo-culturais, educadores, museólogos e demais pessoas interessadas no temário. A oficina faz parte das ações do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) com a Secretaria de Estado de Cultura por meio do Sistema Estadual de Museus.
Serviço:
O que: Oficina Museu, Memória e Cidadania Local: Biblioteca municipal de Rondonópolis Horário: 8h às 12h e 14h às 18h Dias: 25, 26 e 27 Informações: (65) 3613-0205 / (66) 3411-5324
Fonte: Assessoria SEC/MT18/08/2009 11:17
Contextualizar a participação efetiva e constante da comunidade nas reflexões, projetos e práticas museológicas, discutindo a importância do diálogo entre as instituições governamentais, não-governamentais, educativo-culturais e a sociedade na busca de políticas culturais. Esse é o objetivo da Oficina Museu, Memória e cidadania que será em Rondonópolis a partir da próxima terça (25).
A oficina ministrada pelo Museólogo, Poeta e Arte Educador Valdemar de Assis Lima irá problematizar o papel dos museus no processo de inclusão social e valorização identitária cultural, promovendo a investigação, com base em pressupostos teórico-metodológicos de estudos de caso, o desenvolvimento de projetos e ações culturais que, mediante a socialização dos bens culturais, fomentem a valorização da cidadania e a preservação da memória sócio-cultural.
As inscrições estão abertas na biblioteca municipal de Rondonópolis até a próxima sexta-feira (21). Podem participar da oficina profissionais e técnicos de museus e instituições educativo-culturais, educadores, museólogos e demais pessoas interessadas no temário. A oficina faz parte das ações do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) com a Secretaria de Estado de Cultura por meio do Sistema Estadual de Museus.
Serviço:
O que: Oficina Museu, Memória e Cidadania Local: Biblioteca municipal de Rondonópolis Horário: 8h às 12h e 14h às 18h Dias: 25, 26 e 27 Informações: (65) 3613-0205 / (66) 3411-5324
Restauro poderá render propaganda em SP
Restauro poderá render propaganda em São Paulo
18/08 - 13:31 - Agência Estado
De todos os dividendos da Lei Cidade Limpa, a recuperação de áreas públicas é uma das ações que menos avançaram na capital nesses dois anos e meio da regulamentação. Mas também é uma das que mais tem potencial de mudar de fato a paisagem paulistana - vide a reforma de monumentos pela iniciativa privada, que ocorreu em troca da instalação de publicidade. Na tentativa de incentivar essa prática, a Prefeitura vai agora estender o benefício para quem quiser investir no restauro de patrimônio de São Paulo. Como benefício por reconstruir fachadas e dar novos usos aos imóveis históricos, empresas poderão colocar logomarcas em tapumes e em placas indicativas, uma brecha que pode ajudar a bancar reformas que hoje estão só no papel."A iniciativa privada já pode assinar termos de cooperação para restaurar prédios históricos privados, mas iremos repensar os benefícios para que haja mais interesse", diz a arquiteta Regina Monteiro, coordenadora da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU). "Quem investir no restauro da fachada de um imóvel histórico do centro, por exemplo, poderá colocar publicidade nos tapumes e instalar uma placa indicativa. Da nossa parte, iremos ajudar com o levantamento das plantas originais e na identificação de prioridades."A CPPU está montando um projeto-piloto desse programa em um imóvel histórico da Praça do Patriarca - depois de localizar a planta e fotos antigas que mostravam a fachada original, o proprietário e empresas interessadas serão procurados para iniciar a reforma. "Ali naquela região, depois da Lei Cidade Limpa, cada proprietário pintou seu imóvel de um jeito diferente e não se preocupou com o restauro", diz Regina Monteiro. "Isso acabou criando um outro problema para a gente. Com esses termos de cooperação, poderemos criar interesse para que as fachadas sejam padronizadas e voltem a ter os elementos históricos preservados."CONTRAPARTIDAPara o arquiteto Mario Cardoso Biondi, que elabora atualmente planos de revitalização de imóveis privados tombados pelo patrimônio municipal na região central de São Paulo, a ideia pode ajudar a acelerar reformas que teimam em não sair do papel por falta de verbas. "Mas isso só vai acontecer se a Prefeitura deixar que as empresas tenham algum tipo de publicidade permanente, não só durante o período do restauro", diz. "Restaurar é muitíssimo caro, sempre. Então a contrapartida tem de ser extremamente atrativa. Se isso ocorrer, esses termos de cooperação podem dar uma nova cara ao patrimônio histórico do centro."A participação das empresas na preservação do espaço público cresceu nos últimos anos graças a um decreto do prefeito Gilberto Kassab, que permitiu a instalação de pequenas placas com publicidade das empresas que aderem ao programa de conservação. É uma espécie de brecha na Lei Cidade Limpa - entre os quase 800 termos de cooperação assinados até hoje, que resultaram em investimentos de R$ 80 milhões, houve desde preservação de parques, reforma de passarelas e restauro de monumentos até a revitalização do bairro da Liberdade.
18/08 - 13:31 - Agência Estado
De todos os dividendos da Lei Cidade Limpa, a recuperação de áreas públicas é uma das ações que menos avançaram na capital nesses dois anos e meio da regulamentação. Mas também é uma das que mais tem potencial de mudar de fato a paisagem paulistana - vide a reforma de monumentos pela iniciativa privada, que ocorreu em troca da instalação de publicidade. Na tentativa de incentivar essa prática, a Prefeitura vai agora estender o benefício para quem quiser investir no restauro de patrimônio de São Paulo. Como benefício por reconstruir fachadas e dar novos usos aos imóveis históricos, empresas poderão colocar logomarcas em tapumes e em placas indicativas, uma brecha que pode ajudar a bancar reformas que hoje estão só no papel."A iniciativa privada já pode assinar termos de cooperação para restaurar prédios históricos privados, mas iremos repensar os benefícios para que haja mais interesse", diz a arquiteta Regina Monteiro, coordenadora da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU). "Quem investir no restauro da fachada de um imóvel histórico do centro, por exemplo, poderá colocar publicidade nos tapumes e instalar uma placa indicativa. Da nossa parte, iremos ajudar com o levantamento das plantas originais e na identificação de prioridades."A CPPU está montando um projeto-piloto desse programa em um imóvel histórico da Praça do Patriarca - depois de localizar a planta e fotos antigas que mostravam a fachada original, o proprietário e empresas interessadas serão procurados para iniciar a reforma. "Ali naquela região, depois da Lei Cidade Limpa, cada proprietário pintou seu imóvel de um jeito diferente e não se preocupou com o restauro", diz Regina Monteiro. "Isso acabou criando um outro problema para a gente. Com esses termos de cooperação, poderemos criar interesse para que as fachadas sejam padronizadas e voltem a ter os elementos históricos preservados."CONTRAPARTIDAPara o arquiteto Mario Cardoso Biondi, que elabora atualmente planos de revitalização de imóveis privados tombados pelo patrimônio municipal na região central de São Paulo, a ideia pode ajudar a acelerar reformas que teimam em não sair do papel por falta de verbas. "Mas isso só vai acontecer se a Prefeitura deixar que as empresas tenham algum tipo de publicidade permanente, não só durante o período do restauro", diz. "Restaurar é muitíssimo caro, sempre. Então a contrapartida tem de ser extremamente atrativa. Se isso ocorrer, esses termos de cooperação podem dar uma nova cara ao patrimônio histórico do centro."A participação das empresas na preservação do espaço público cresceu nos últimos anos graças a um decreto do prefeito Gilberto Kassab, que permitiu a instalação de pequenas placas com publicidade das empresas que aderem ao programa de conservação. É uma espécie de brecha na Lei Cidade Limpa - entre os quase 800 termos de cooperação assinados até hoje, que resultaram em investimentos de R$ 80 milhões, houve desde preservação de parques, reforma de passarelas e restauro de monumentos até a revitalização do bairro da Liberdade.
Interpol anuncia criação de site para divulgar obras de arte roubadas

Objetivo da polícia internacional é combater com agilidade tráfico mundial.Banco de dados on-line vai fornecer informações de cerca de 34 mil obras.
A Interpol informou nesta segunda-feira (17) que está colocando na internet toda a sua base de dados de obras de arte roubadas, com o objetivo de combater com mais agilidade o tráfico ilícito de obras de arte e bens culturais. Aberto a governos, museus, galerias, fundações e colecionadores particulares, assim como autoridades policiais e judiciárias, o site vai fornecer fotografias e detalhes de cerca de 34 mil obras roubadas, com informações atualizadas em tempo real. De acordo com a divisão francesa da Interpol, os interessados poderão fazer seu cadastro online para acessar gratuitamente as informações sobre os bens culturais roubados em todo o mundo. Até o momento essa base de dados só estava disponível em DVD. O chefe de departamento de arte da Interpol, Karl Heinz Kind, disse que fornecer dados confiáveis sobre esse tipo de crime é parte vital da luta contra os traficantes de obras de arte. Com a iniciativa, a Interpol espera que seja "muito mais difícil para um vendedor ou comprador alegar que não tenha tido a oportunidade de verificar se um item foi registrado como roubado".
Fonte: texto na íntegra, publicação : G1 http://www.globo.com/
A Interpol informou nesta segunda-feira (17) que está colocando na internet toda a sua base de dados de obras de arte roubadas, com o objetivo de combater com mais agilidade o tráfico ilícito de obras de arte e bens culturais. Aberto a governos, museus, galerias, fundações e colecionadores particulares, assim como autoridades policiais e judiciárias, o site vai fornecer fotografias e detalhes de cerca de 34 mil obras roubadas, com informações atualizadas em tempo real. De acordo com a divisão francesa da Interpol, os interessados poderão fazer seu cadastro online para acessar gratuitamente as informações sobre os bens culturais roubados em todo o mundo. Até o momento essa base de dados só estava disponível em DVD. O chefe de departamento de arte da Interpol, Karl Heinz Kind, disse que fornecer dados confiáveis sobre esse tipo de crime é parte vital da luta contra os traficantes de obras de arte. Com a iniciativa, a Interpol espera que seja "muito mais difícil para um vendedor ou comprador alegar que não tenha tido a oportunidade de verificar se um item foi registrado como roubado".
Fonte: texto na íntegra, publicação : G1 http://www.globo.com/
Teatro no Museu em Campo Grande
Teatro no museu José Antônio conta história da Capital
Terça-feira, 18 de Agosto de 2009 07:55
fonte: www.campograndenews.com.br
Aline dos Santos
A Companhia de Teatro Adote apresenta nesta terça-feira a peça “E assim nasceu Campo Grande...”, que conta a história do pioneiro José Antônio Pereira. O espetáculo será apresentado às 9h e às 14h30, no Museu José Antônio Pereira. A apresentação no museu foi idealizada para comemorar os 110 anos da cidade, comemorado no dia 26 de agosto. De hoje até sexta-feira, a peça será encenada para alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino de Campo Grande) e para alunos dos Cras (Centros de Referência de Assistência Social). No sábado, o espetáculo será aberto ao público. A peça “E assim nasceu Campo Grande...” é dirigida pela atriz e teatróloga Beth Terras. O Museu José Antônio Pereira, fica na avenida Guaicurus, Jardim Radialista.
Terça-feira, 18 de Agosto de 2009 07:55
fonte: www.campograndenews.com.br
Aline dos Santos
A Companhia de Teatro Adote apresenta nesta terça-feira a peça “E assim nasceu Campo Grande...”, que conta a história do pioneiro José Antônio Pereira. O espetáculo será apresentado às 9h e às 14h30, no Museu José Antônio Pereira. A apresentação no museu foi idealizada para comemorar os 110 anos da cidade, comemorado no dia 26 de agosto. De hoje até sexta-feira, a peça será encenada para alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino de Campo Grande) e para alunos dos Cras (Centros de Referência de Assistência Social). No sábado, o espetáculo será aberto ao público. A peça “E assim nasceu Campo Grande...” é dirigida pela atriz e teatróloga Beth Terras. O Museu José Antônio Pereira, fica na avenida Guaicurus, Jardim Radialista.
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